sábado, 27 de fevereiro de 2016

Notas do Autor (Capítulo 13)


Olá, turma. Chegamos as notas de um dos capítulo que mais atormentavam a cabeça desse mero mortal que vos fala desde antes disso tudo aqui começar. Basicamente a apresentação da Leaf estava completamente formulada na minha cabeça há mais de cinco anos e eu estou bastante contente em poder está tornando-a realidade.

Esse capítulo fecha o nosso primeiro arco da história. Como vocês perceberam ao longo desses 12 capítulo introdutórios, o foco aqui foi formar a personalidade de cada personagem e apresentar tanto a vocês quanto aos próprios protagonistas esse vasto mundo magnifico pelo qual vem encantando gerações a 20 anos (calma, eu já vou entrar na parte comemorativa). E tenho orgulho de dizer de que estou bastante satisfeito com toda a construção do material aqui, apesar de eu ainda precisar focar em alguns pontos pendentes.

A partir de agora a história começa a ficar mais pesada, mas ainda como primeira temporada não vai deixar de ser nostálgica. Agora os verdadeiro vilões vão dar as caras *rindo da cara de quem achou que iria ser a Equipe Rocket*. Enfim, não vamos entrar em spoilers, curtam o capítulo.

20 ANOS DE POKÉMON AKSJHDFL!!!!! Dá pra acreditar que a duas décadas o mundo estava experimentando os primeiros jogos de uma das franquias mais marcantes do globo? Deu até vontade de jogar de novo Red e Blue para matar a saudade. É tanta nostalgia que eu to o dia todo cantando "I WANNA BE THE VERY BEST LIKE NO ONE EVER WAS..." e vomitando arco-íris o dia inteiro.

Pokémon realmente tem um impacto tremendo na minha vida. Não é só uma diversão ou besteirol. Durante a parte mais sombria da minha vida, quando eu tinha problemas agonizantes tanto em casa como também fora dela, esses monstrinhos de bolso me permitiram entrar nesse mundo fabuloso que se tornou minha principal válvula de escape e me permitiu encontrar felicidade aquando eu duvidava da existência dela. Além de que ela me proporcionou isso aqui: esse blog e essa fanfiction, onde eu posso fazer a coisa mais gosto em todo o mundo que é escrever.

Então, como exímios mestres pokémons vamos (só depois de ler o capítulo, okay?) preparar nossa pokébolas e concluir a nossa ultimate mission: completar a pokédex, pois como já dizia no nosso hino nacional TEMOS QUE PEGAR, TEMOS QUE PEGAR POKÉMON!!!


Capítulo 13


A primeira conquista da rainha.




A brisa gélida castigava as paredes rochosas esburacadas, tornando o clima pouco agradável para optação de passar a noite. O local, rotineiramente calmo e de dominante quietude, perturbado apenas pela euforia dos Zubats e de pequenos punhados de treinadores que se arriscavam na travessia até Cerulean, teve seu cotidiano alterado nos últimos cinco dias abruptamente. A baixa luminosidade que tanto agradava aos moradores dali, foi roubada por uma série de lâmpadas instaladas em modo de gambiarra que facilitavam a visão dos caminhões de carga que por ali necessitavam transitar. O que dava deixa para que uma leva de visitantes aproveitasse para explorar a caverna, a qual os mistérios e lendas atribuídos a seu nome inflavam a curiosidade dos forasteiros.

A semana fora bem difícil para os membros daquele grupo, e até onde haviam verificado, para os seus vizinhos não fora diferente. Os rituais costumeiros se tornaram impossíveis de serem realizados por conta da demasiada de tempo dedicada a evitar os intrusos desgraçados e na tentativa de todas as maneiras ocultar seus segredos que por séculos mantinham as escondidas. Naquela noite acontecia uma reunião de importância vital, estavam dispostos a retribuir os incômodos recentes. Os membros, dispostos em vários tamanhos e idades, levavam a coloração de pele rosa em comum, além do delicado hábito de saltitar ao se locomover.

Havia uma grande falaçaria de sussurros agudos, quase guinchos, até a chegada da líder do grupo – ou pelo menos era o que dava a entender. A mesma era o dobro do tamanho dos maiores e em suas costas brotavam um par de asas que lhe davam um ar angelical, sua expressão, porém, dizia o contrário: as sobrancelhas contraídas indicavam raiva acumulada e desejo de vingança. Tomou lugar no palco, na verdade, apenas uma rocha de superfície linear semelhante a um toco de árvore, assim captando a atenção de todos os presentes. Nesse momento, peço-lhes desculpa, caros leitores, pois um tremendo leigo como eu desconhecesse a língua com a qual aquelas criatura se comunicavam, sendo assim não sou capaz de informa-los o que de fato o que se passou ali, mas dou-lhes a certeza de que o fogo nos olhares e os gritos em uníssono do final não virão a render frutos pacíficos.

Do lado de fora do Mt. Moon, muito mais do que iluminado pelo brilho único da Lua e das constelações, contando agora com a ajuda diversas luzes advindas de postes, holofotes, luminárias, faróis e pisca-piscas que surgiram ali tão rápido feito mágica. Nem todo o barulho unido desde a criação do planeta naquele local se equiparava ao feito naquela singular noite. Talvez fosse até mais fácil para um homem contar o número de grãos num saco de açúcar do que o número de barracas instaladas ali. Ursos de pelúcia, bottons, pulseiras, itens de colecionador, vestimentas, além de comidas caseiras, pedras evolutivas – e outras tantas coisas uteis para treinadores – e até mesmo pokemons (“Olha o Margikap fresquinho!”) estavam sendo vendidos a gritos por comerciantes fervorosos que aproveitavam a multidão que invadia as ruas exercitando seus hábitos consumistas.

O centro Pokémon. Esse, vocês já devem ter uma vaga ideia do estado caótico antes mesmo das minhas descrições. Talvez a palavra ‘caos’ tenha sido inspirada a partir de uma situação semelhante ou até mesmo mais calma que aquela. Cinco Joys, doze estagiários e um batalhão de Chanseys e Blisseys encontravam-se em sérios problemas. Como era o único local em nas proximidades para se hospedar, TODOS os turistas estavam disputando em fúrias um dos quartos para poder passar a noite. 

Quem viu o prédio há alguns meses provavelmente não o reconheceria depois da última reforma, que aumentaram em três vezes a capacidade de hospedes, e mesmo assim se mostrando pouco efetiva frente a fila de espera. No refeitório, um par de Abras serviam as mesas através de suas habilidades telecinéticas, já que até mesmo as formigas estavam encontrando dificuldade para se movimentar entre tantos pares de pés. Na enfermaria, uma pressão fora das escalas. Todos ali, pokémons, é claro, eram participantes e precisavam estar prontos até o amanhecer. Alguns necessitavam apenas de uma simplória revisão, outros haviam se machucado durante os ensaios, e os mais críticos eram vitimas de vitaminas falsas prometidas de elevação no desempenho e que no final acabaram por encama-los com febre alta e vômito constante.

Todo aquele desespero obrigou vários a procurar uma opção alternativa, e assim fizeram nossos pupilos – contra a vontade de Leaf, sim, ela fez um escândalo daqueles, naturalmente. Armaram duas tendas, uma para os meninos e outras para as meninas, e uma fogueira onde assavam marshmallows. A caminhada até ali tinha sido árdua e consequentemente todos aparentavam exaustos, porém, Layla não se deixou vencer por isso e decidiu terminar os últimos preparativos da sua apresentação do dia seguinte nos confins da Rota 03, sem hora pra voltar.

- Você realmente acha que não vai precisar ensaiar ou fazer algo do tipo para amanhã? – questionou Rick casualmente, enquanto soprava seu marshmallow antes de comer – Achei que pelo menos na véspera ia se dar o trabalho de se preparar... sabe, todos aqui me pareceram bem confiantes e seguros do que estavam fazendo. Não vai ser uma tarefa fácil.

- Claro que não. – respondeu com desdém, sentada num toco de árvore – O tema é moda e, definitivamente, nisso eu sou expert. Além do mais, liguei para papai enquanto estávamos na área urbana e pedi para que ele contratasse um renomado estilista para confeccionar meu look de amanhã. Não tem como eu perder!

- Humm... eu não entendo muito de Contest, mas já assisti alguns pela televisão e sei que originalidade é um ponto importante. – discorreu Red – Então, que tal ao invés de você levar a roupa já pronta seria interessante se a mesma fosse confeccionada ao vivo no palco.

Os outros dois se entreolharam e depois se voltara para o moreno, estagnados. E ele logo se corrigiu:

-Não que eu tenha alguma intenção de ajudar essa daí, é claro. Foi só uma ideia que tive.

- Péssima, inclusive. Esqueceu que pessoas do meu pedigri não sabem costurar?

-Mas eu sei! – exclamou – Lá em Kalos, eu sempre ajustava e consertava as minhas roupas, tenho certa experiência. Teve uma vez que até me arrisquei a fazer uma com ajuda do meu Laversta e ninguém encontrou defeito algum.

- O que é um Laversta? Algum tipo de máquina de costura? – indagou a menina, curiosa.

Em resposta, o professor liberou de uma de suas pokebolas uma larva gigante. Seus olhos brilhavam em um azul intenso em meio a pele escura coberta de um pelo branco lustroso. Ele andou lentamente até seu dono, meio sonolento.


- Larvesta, o Pokémon tocha. Ele costuma viver na base de vulcões e espanta seus oponentes liberando chamas de cada um de seus cinco chifres.

-Uau! Nem sabia que nossas pokédex continha informações de pokemons não nativos de Kanto.

- E como esse super-inseto pode me ajudar? Você vai me aluga-lo? – retirou da bolsa um bolo de notas graúdas.

- N-NÃO!!! – bufou - É que o Laversta tem uma moveset semelhante a da sua Butterfree por compartilharem o Bug-type. Ou seja, nós podemos dar-lhes algumas dicas.

- Eu vou ter que levantar daqui???

domingo, 3 de janeiro de 2016

Capítulo 12



Transtornos de um passado sombrio.


Legendas:
Rick conversando com Bacruz
Bacruz conversando com Rick


Pela primeira vez tinha dormido como um campeão. E como tinha dormido! Viu-se triunfante em seus próprios sonhos, ganhador da Liga Pokémon, um renomado atuante na área da medicina e finalmente detentor de esmero respeito perante a sociedade. Ah, realmente um deleite... até ser despertado por um jato de água gelada que fez com que cada misero fio de seu corpo se arrepia-se.

- Não é porque agora pode se gabar por uma insígnia que tem o direito de ficar dormindo o dia todo. Não seja preguiçoso – disse Rick, ostentando um falso sorriso – Malheureusement, o período do café da manhã já passou.

- Bom dia pra você também! – respondeu irônico, ouvindo a batida da porta logo a seguir.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

NOVOS PROJETOS!


Não sei porque estou agora aqui escrevendo isso, já que só planejava voltar para essas bandas daqui a duas semanas quando se encerrasse as atividades do 1º semestre no meu colégio. Pois bem, acontece que a vontade de vim postar algo aqui me perseguiu durante o dia todo e cá estou eu.

Quase 4 meses separam essa postagem da sua anterior, o que podemos considerar um bom tempo perdido, mas nada a qual não estejamos acostumados depois de todo esse tempo. Dessa vez a culpa foi inteiramente minha. Meu computador quebrou três dias depois de eu postar o capítulo 11 para vocês, só que como estava próximo do meu aniversário e meus pais haviam me prometido comprar outro computador para mim, eu não fiz questão de querer consertar o antigo. Porém, ATÉ HOJE eu espero a máquina nova. E nesse tempo, o meu bom e velho amigo já foi reparado 3 vezes e toda vez ele voltava para mim com um problema diferente.

Enfim, a lei de Murphy não perdoa ninguém. Contudo, creio que mesmo se meu PC estivesse em perfeito estado provavelmente vocês não teriam um conteúdo tão frequente devido a alguns problemas psicológicos que enfrentei nesse período de tempo, e, naturalmente, são bloqueios criativos.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Notas do Autor (Capítulo 11)



Estou escrevendo essas notas (as pressas) somente hoje por conta que não pude escreve-las quando o capítulo foi postado em decorrência do fato de que tive que viajar (mentira, fui pra uma roça mesmo) logo em seguida. Então, é no capítulo 11 em que fechamos o primeiro arco da nossa história. Eu imaginei como seria esse primeiro contato do Red com os GYMs durante meses e fiquei feliz com material final.

Vocês podem ter notado que temos um diferencial aqui: as batalhas não visam unicamente medir a força dos pokémons, mas também a dos treinadores. Assim como acontece nos games, onde o ginásio apresenta algumas dificuldades para chegar até o líder.

É certo de que não teremos um capítulo este final de semana, pois vou viajar (de novo?) em alguns minutos, mas me esforçarei ao máximo para trazer ao menos um Memories para vocês. Outra novidade é o fato dos Trainer Cards dos protagonistas já estarem prontinhos, graças a Carol de Hoenn que fez um trabalho magnífico com eles (muito obrigado, parceira), então logo estarei atualizando a página deles.

Fiquem com Deus, até breve!



sábado, 14 de fevereiro de 2015

Capítulo 11





Vença a muralha de pedra!





Red não conseguiu pegar no sono naquela noite. Depois da disputa com seu amigo horas atrás, ele se sentiu tão impotente que chegou a cogitar a ideia de abandonar seus companheiros e voltar para casa naquele momento. Não queria voltar e olhar para seus companheiros como um fracassado depois de perder a batalha de ginásio na manhã seguinte. Confiavam tanto nele que simplesmente não podia decepcioná-los.



Pegou suas coisas e partiu para região montanhosa da Rota 03. Não tinha tempo a perder.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

11 anos de FRLG!

 
 
Em 29 de Janeiro de 2004, há exatos 11 anos, era lançado no Japão um material revolucionário no mundo Pokémon: Pokémon FireRed & LeafGreen, os remakes dos nostálgicos e pioneiros Red, Blue e Green, que mais tarde dariam sequência a HeartGold & SoulSiver e os recentes OmegaRuby & AlphaSapphire. Adaptados para plataforma Game Boy Advance, já introduzido em outros jogos da franquia, a dupla trouxe um RPG de enredo muito fiel a seus originais, contudo, completamente adaptado as mudanças ocorridas desde seu lançamento além de algumas novidades.
 

Dentre as principais mudanças estão introdução de um personagem feminino alternativo(Blue); as Sevii Islands, que fazem referência as Ilhas Laranjas do anime; atualização nos types de certos pokémons e ataques como Magnemite e Gust, por exemplo; o Wireless Adapter, que tornou possível a comunicação entre consoles sem intermédio de fios; além de que agora todos os pokémon tinham habilidades especiais, natureza, gênero e podiam segurar itens. Porém, não contava com os famosos Eggs das demais gerações.